segunda-feira, 12 de julho de 2021

Atualização Patrimonial JUN/21 - R$1.381.880,82 (+14.72%)

 Ola pessoal - tudo bem ? Vamos aqui a mais um fechamento mensal, dessa vez com bastante atraso - mas e por um bom motivo, ao menos para mim. Nessa ultima semana estive de ferias, e apesar de nao ter viajado ou feito algo diferente durante esse tempo, foi um periodo interessante para passar mais tempo com a familia e descansar um pouco.

O periodo de ferias e sempre um bom momento para reflexao sobre as oportunidades futuras e tentamos orientar um pouco mais sobre os proximos passos e o que pretendemos para nosso futuro.

Para contextualizar um pouco - a Sra Executiva Pobre e eu sempre quisemos uma experiencia internacional. Sempre fomos bastante curiosos em como seria viver em outro pais e experimentar uma nova cultura de forma intensiva. Quando surgiu a oportunidade de viver nos USA - entao conseguimos concretizar esse objetivo e ainda ter essa experiencia ao mesmo tempo com uma boa oportunidade profissional e financeira.

Entretanto, sempre tivemos em mente que nossa "aposentadoria" nao sera nos USA. Entre varios motivos temos o alto custo de planos de saude por aqui que realmente e algo assustador e que faz os americanos trabalharem o maximo possivel para manter os planos de saude oferecidos pelos empregadores. Nao e raro ver pessoas de 70 anos ou mais ainda trabalhando (mesmo em servicos mais bracais) com objetivo principal de manter o plano de saude a um custo acessivel. 

Um outro ponto importante e a forma como os americanos (obviamente estou generalizando e correndo os riscos de erro quando generalizamos algo), de forma geral, desenvolvem a sua cultura e a forma como se relacionam. Para quem esta acostumado com nossa cultura latina, existe uma grande diferenca e os americanos sao muito mais distantes do que estamos acostumados - inclusive na relacao entre pais e filhos.  

O objetivo da Sra EP e meu sempre foi mais alinhado com uma "aposentadoria" na Europa - em algum pais de baixo custo - com grande candidato sendo Portugal. Alem do idioma, cultura, culinaria, historia, arquitetura, etc... muito interessantes - o pais ainda oferece um bom sistema de saude com baixo custo para os cidadaos e o custo de vida ainda e bastante baixo, principalmente fora da regiao de Lisboa e Porto.

Bom, eu comentei tudo isso porque durante as ferias nos conversamos bastante sobre os passos/planos dentro dos proximos 3 a 5 anos - e comecamos a pensar em algumas possibilidades.

A principal possibilidade que estamos verificando seria fazer uma parada intermediaria no Brasil para aproveitarmos os anos que ainda temos com nossos pais (esse momento de COVID onde perdemos familiares proximos, nossos pais foram internados, perdemos avos, etc... nos fez pensar bastante em aproveitar mais o tempo que nos resta com os nossos pais).

Em ideia geral, acreditamos que quando atingirmos um patrimonio de BRL 2,5M poderemos ter uma renda real (ja descontado inflacao) de algo entre BRL 12K a 15K e gostariamos de usar isso para ter um suporte para mudarmos um pouco nossa atuacao profissional.

Em primeiro lugar, gostariamos de complementar nossa renda (para manter aportes e financiar viagens, por exemplo) com trabalho mais direcionado ao mundo academico - lecionando em universidades - e "aproveitando" as titulacoes que obtivemos durante a vida. Outro beneficio de trabalhar no mundo academico e a possibilidade de conciliar as ferias com o periodo de ferias escolares dos nossos filhos. Nem sempre isso e possivel no mundo corporativo.

Ainda estamos distantes da nossa meta de BRL 2,5M - mas trabalhar em um pais de moeda forte nos ajuda a fazer os aportes e ir consolidando o crescimento patrimonial. Temos ainda alguns negocios / recebiveis no Brasil - que deve nos ajudar a atingir essa meta ate final de 2023, aproximadamente.

Com essa ideia ainda preliminar, a ideia seria voltar ao Brasil dentro desse futuro proximo (entre 3 a 5 anos) com um patrimonio que possa suportar nossas despesas e comecar uma nova carreira como professores. Do ponto de vista pessoal, tambem penso em voltar a estudar e buscar minha graducacao em Direito (um desejo antigo).

Bom, como voces podem ver ainda temos tudo em uma fase muito preliminar - mas estamos sempre conversando sobre esses proximos passos. A unica coisa ja decidida e que quando voltarmos, vamos aproveitar que o periodo escolar se encerra aqui em Maio e o do Brasil inicia em Fevereiro - para voltarmos fazendo uma viagem pelas Americas com as criancas. Provavelmente vamos usar um motorhome pequeno (para 4 pessoas) e aproveitar para conhecer com calma os diversos paises das Americas - outro sonho antigo.

Como voces podem ver temos muitas iniciativas em mente. Mas vamos a atualizacao patrimonial de Junho.


Bom, a carteira de investimentos esta mais simplificada porque vendi um imovel que tinha aqui nos USA e vamos receber o dinheiro nessa semana. O dolar tambem se recuperou um pouco nas ultimas semanas e contribui para o aumento do patrimonio em BRL.

Dessa forma, temos a seguinte distribuicao:

1) Reserva de Emergencia / Caixa: USD 60.120 ou BRL 315.630

2) Investimento Acoes USA: USD 66.543 ou BRL 349.350

3) Investimento REITs / Imovel: USD 135.123 ou BRL 709.395


Como eu comentei, fiz a venda de um imovel que vai mover boa parte do saldo do item 3) para o item 1) ... ou seja, vou ficar com uma grande liquidez e preciso pensar onde vou investir considerando agora um horizonte de 3 a 5 anos. A vantagem (ainda que somente psicologica) de ter liquidez e que se algo der errado na empresa, voce sabe que tem recursos suficientes para se manter por um bom tempo ate se recolocar no mercado.

Entao e isso pessoal, um grande abraco a todos.


15 comentários:

  1. Legal o post, EP. Também sonho em ser professor um dia, como já te disse. Boa sorte para nós, então.
    Curioso você ter postado falando sobre como é a saúde nos EUA. Meu último post tece comentários sobre o NHS, o SUS britânico. Se quiser, Dê uma lida e me diga o que acha.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ola Mago - tudo bem ? Achei que ja tinha incluido voce aqui no blogroll e quando comentou da postagem sobre o NHS, eu percebi que nao tinha seu blog por aqui - ja foi devidamente adicionado.

      O sistema de saude por aqui nao e muito diferente do NHS. Em geral, os planos de saude mais baratos tem restricoes (como a necessidade de ir a um clinico geral para ele te direcionar para um especialista) e os planos mais caros possuem maior fexibilidade nesse quesito.

      O custo do sistema de saude americano e quase proibitivo para muitas familias e, por esse motivo, o americano (em geral) tambem evita o maximo ir ao medico. O sistema funciona como um seguro saude onde voce paga o premium (mensalidade) e caso precisa ir ao medico voce paga o deductible (como a franquia do seguro) ... a maioria dos planos define um limite maximo para o deductible (maximum out of pocket) que no meu plano por exemplo e de USD8K (familia). Alem disso, para cada consulta voce paga o co-pay (coparticipacao) que e de 20 a 40 dolares dependendo da especialidade medica.

      Os hospitais sao obrigados a atender emergencias mesmo se a pessoa nao tiver seguro saude - e no momento da alta, a pessoa faz o plano de pagamento de acordo com as condicoes financeiras. O problema e que sem o plano, a divida e enorme. Um exemplo simples foi o parto do Estagiario Junior - eu paguei no total cerca de USD 6K - mas quando olho os recibos do hospital onde vem detalhado a minha participacao e a participacao do plano - o hospital cobrou no total USD 104K para um parto cesariana (sem complicacoes, gracas a Deus) e 3 dias de internacao.

      Existe um debate grande entre os especialistas sobre a inflacao medica. Em resumo, eles dizem que o sistema de saude americano nao e um livre mercado (pois e, eu tambem achei estranho). O argumento e que os planos de saude agem como orgao regulador das praticas medicas e como eles tem interesse em reduzir os custos, acaba ocorrendo uma situacao onde o empregador (no caso, os planos de saude) tem muito poder na negociacao com os medicos.

      O outro lado diz que os medicos tem muito mais poder nas negociacoes pois podem se recusar a participar de determinados planos. Os medicos dizem que nenhum paciente procura eles sem plano porque os custos de exames e remedios ou mesmo intervencao hospitalar seriam proibitivos.

      No final, o que acaba ocorrendo (de forma bem simplista) e que o medico cobra USD 150 por consulta e ele quer receber isso. Entao, para ter mais pacientes (ou para ter algum paciente) ele aceita atender atraves de determinado plano de saude. O plano vem e informa que paga 50% do valor da consulta ja que tem muitos clientes na base do plano. O medico nao tem muita opcao a nao ser aceitar - e vai receber USD 75 por consulta. No ano seguinte, o medico aumenta o valor da consulta para USD 300 para receber os USD 150 que ele queria desde o comeco.

      Como todos os medicos fazem isso, o plano perde poder de negociacao e aceita pagar os 50% do novo valor. O problema e que o medico esta recebendo os USD 150 que ele sempre quis, mas uma pessoa que nao tem plano de saude e precisa de uma consulta vai ter de pagar os USD 300 e nao os USD 150 - entao vira um efeito bola de neve que chamam aqui de "inflacao medica".

      Outro fator e o custo para formar um medico por aqui - como as faculdades estao cada vez mais caras, o medico repassa esse custo no valor de consulta / atendimento depois de formado - e alimenta mais ainda a "inflacao medica".

      Mesmo com todos os problemas, do ponto de vista social, a estrutura do SUS e bem mais democratica e acessivel. O grande problema e (como sempre foi) o destino e aplicacao das verbas publicas. Acho que e quase um consenso de que poderia se fazer mais e melhor com o orcamento destinado ao SUS.

      Um grande abraco,

      Excluir
    2. Obrigado pela resposta e por ter me adicionado no seu blogroll, EP.

      Os médicos daí devem sair da faculdade com dívidas estudantis imensas... isso com certeza ajuda a explicar as consultas caras.
      Agora, que coisa essas contas de hospital aí nos EUA, hein. E pelo que observo esse problema já tem um tempão e ninguém consegue resolver. Realmente não ter plano de saúde é suicídio financeiro por aí (aqui também, na verdade). É meio estranho pensar nisso, pois eu já tive a oportunidade de conversar com um americano sobre esse assunto, e ele me disse que o principal problema é justamente que muita gente não tem plano de saúde nos EUA. Sendo as contas médicas tão caras, porque isso acontece? É muito caro contratar um plano de saúde nos EUA, mesmo um mais barato e com restrições, conforme você escreveu? O cara com quem conversei não me passou essa ideia, ele deu a entender que também não compreendia porque muitos não tinham plano.

      Excluir
    3. Pois e. O que eu tenho percebido nas conversas com as pessoas aqui e que o plano de saude e muito caro. Por exemplo, eu tenho um plano muito bom (para os padroes USA) que e parcialmente custeado pela empresa e ainda sim, eu pago USD 280 por pagamento (quinzenal) para ter acesso ao plano familiar.

      Existem outros planos mais acessiveis - mas ainda assim bastante caros, caso voce nao tenha o patrocinio do empregador. Os planos mais baratos que muitos estrangeiros utilizam por aqui, custa cerca de USD 600 mensais (familiar). Pode nao parecer muito - mas se voce considerar que a renda media do americano e de USD 58K / ano - voce vai gastar cerca de USD 7.2K somente com plano de saude, sem incluir aqui as coparticipacoes nas consultas, remedios, coparticipacao em exames e o deductible em caso de internacao - para esses planos mais baratos, normalmente o deductible e algo entre 20 e 30% do valor da fatura.

      Imagina voce pagar 7.2K por ano e caso tenha um filho, pagar outros 20K (20% dos 100K que custou o parto do meu filho). E um absurdo para familias de renda baixa ou mesmo classe media.

      Muitos americanos que tem um background latino (pais ou avos), preferem ir para Mexico, Porto Rico ou mesmo Brasil para determinados procedimentos medicos nao urgentes.

      Claro que nao e impossivel viver aqui - mas para aposentadoria, a pessoa tem de acumular um otimo patrimonio para custear planos de saude, ou trabalhar para um empregador com bons planos e que contratem funcionarios de idade mais avancada (Walmart, Starbucks, etc...), ou ainda, ficar sem plano de saude e contar com a sorte de nao precisar de um atendimento. Caso precise de atendimento emergencial, vai para o hospital e depois faz um plano financeiro e se vier a falecer deixa a divida para os herdeiros - isso tambem acontece muito por aqui.

      Um grande abraco,

      Excluir
  2. Olá E.P., td bom? Qual a sua perspectiva como professor universitário? abs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ola anon - tudo bem ?

      Olha, para ser bem sincero com voce, o meu intuito seria apenas lecionar (nao entrar no mundo da pesquisa) e, se possivel, lecionar meio periodo. O objetivo nao seria obter uma renda alta com a profissao, mas conseguir manter a mente ocupada com uma atividade que eu julgo ser de extrema importancia e que eu tive boas experiencias no passado.

      Claro que existem beneficios que me interessam: ainda que o salario para aulas meio-periodo nao seja o mais atrativo do mundo, existe fatores que ajudam a compor renda futura como a contribuicao da empresa para o INSS, FGTS, 13 salario, adicional de ferias, etc... alem disso, muitas faculdades oferecem plano de saude para professores que lecionam meio periodo e ach oque esse e o maior beneficio, alem da possibilidade de poder conciliar as ferias com as ferias dos meus filhos quando estiverem em idade escolar.

      Como voce pode ver, o maior motivador nesse ponto nao e financeiro.

      E eu gostaria de ter meio periodo livre para me dedicar a alguns temas que tambem me atraem, como estudar e praticar trabalho voluntario. NO mundo ideal, eu vou buscar minha graduacao em direito e poder atuar meio periodo de forma voluntaria.

      Com o passar do tempo e a chegada de uma idade mais avancada, eu vou reduzindo as aulas e aumentando o tempo de trabalho voluntario ate que isso chegue a 100% do tempo disponivel para trabalho e o restante seja dedicado a familia, saude e lazer.

      Um grande abraco,

      Excluir
  3. Olá EP
    Primeiramente gostaria de te parabenizar e agradecer por todo conteúdo, acompanho suas publicações a muito tempo, e sua trajetória me inspira todos os dias.
    Assim como você e a Sra. EP, Eu e minha esposa temos muito interesse em ter contato com a cultura diferente, e os USA sempre foi o nosso objetivo. Hoje temos estamos mais próximos da oportunidade através de uma expatriação.
    Percebi a alguns posts atrás, que você vem falando um pouco sobre a cultura e gestão americana, bem como um certo cansaço com o mundo corporativo. Diante disso:
    1-Quais as principais diferenças na forma de gestão entre Brasil e USA?
    2-Em um retorno ao Brasil, você cogita retornar ao mundo corporativo aqui?
    3-Mesmo diante de todos os contras, você acredita que vale a pena a experiência de expatriação, mesmo tendo uma carreira consolidada no Brasil?

    Grande abraço e saúde a você, Sra. EP e para os estagiários.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ola anon - tudo bem ?

      Em primeiro lugar, eu gostaria de fazer um esclarecimento para nao passar uma impressao errada. Voce esta certo quando fala que percebe um certo cansaco em relacao ao mundo corporativo - mas quero deixar claro que isso nao se deve ao fato de trabalhar nos USA. Essa insatisfacao com o mundo corporativo e algo que eu sempre carreguei comigo porque eu nao concordo com as regras do jogo - mas a forma de gestao nao e muito diferente entre Brasil e USA.

      Em ambos lugares (e obviamente que estou falando da pratica geral e nao das excecoes) existe uma competicao acirrada e pessoas mais preocupadas em manter seu posto / status do que em realmente solucionar os problemas. E nao me coloco como santo nessa conversa - eu tambem ja tomei decisoes para proteger a area, mesmo sabendo que nao seria o melhor resultado final.

      O mundo corporativo tem certas regras (novamente, estou falando da media geral e nao das excecoes) que voce precisa decidir se quer jogar. Eu decidi jogar porque sempre quis dar condicoes melhores para minha familia e o caminho que eu encontrei para isso foi atraves do mundo corporativo de forma a aumentar minha renda - entao nao tenho nada a reclamar, pois tambem sou bem remunerado para executar minha funcao e tive oportunidades que a maior parte dos profissionais nao tem durante a carreira.

      Mas, voltando as suas perguntas:

      1) Acredito que as principais diferencas na forma de gestao esta na proximidade entre gestor e funcionario. No Brasil, e comum o gestor ter mais acesso a equipe em temas nao profissionais (falar da familia, de futebol, de hobbies, de viagens, etc...) e isso nao acontece muito nos USA. Outro ponto muito relevante e que vejo como dificuldade de adaptacao de muitos profissionais e que a cultura americana separa o individuo do trabalho; ou seja, o gestor pode gostar muito de voce e vai falar que seu trabalho esta muito ruim. O lado pessoal costuma ficar de fora das conversas e avaliacoes.

      2) Em um retorno ao Brasil, apesar da minha vontade de me dedicar um pouco ao mundo academico e comecar a lecionar, o mais provavel e que eu volte com um emprego no mundo corporativo. Muitas empresas valorizam a experiencia internacional e como eu nao tenho um lugar fixo e estaria disposto a morar em lugares fora do centro SP (Capital) e RJ (Capital) - pode ser que aparecam ofertas e desafios interessantes.

      3) Eu acredito que existem muito mais pros do que contras. Eu acho que vale muito a pena a experiencia e eu recomendo fortemente. A experiencia internacional nao vai criar nenhum demerito para sua carreira no Brasil, pelo contrario, seu perfil vai ficar ainda mais "completo" com essa experiencia. Alem de sempre melhorar o idioma, voce vai ter acesso a outra cultura e expandir seus horizontes. Alem disso, costuma ser bastante interessante ter renda em moeda forte para "acelerar" a criacao de patrimonio.

      O unico ponto importante e fazer a licao de casa sobre o local onde vai ser transferido e assegurar que a familia esteja bem acomodada. Eu tive muitos amigos nesses 3 anos que voltaram ao Brasil porque a familia nao se adaptou - e olha que estamos falando de USA, que nao e tao dificil assim de se adaptar. Mas toda expatriacao traz uma serie de atividades e parece que voce esta nascendo de novo - tem de tirar todos os documentos novamente, tem a questao da mudanca que sempre e estressante, tem de ver escola para os filhos, tem de encontrar medicos, tem de entender quais sao as comidas e marcas que voce gosta para comprarno supermercado, etc...

      Normalmente, quem foi expatriado esta 100% dedicado ao trabalho e todas essas atividades sobram para o conjuge - e isso pode criar uma dificuldade de adaptacao. Mas, novamente, eu recomendo muito a expatriacao, caso tenha oportunidade. vale muito como experiencia de vida e voce vai conhecer uma cultura diferente e isso sempre abre mais a nossa cabeca.

      Um grande abraco,

      Excluir
  4. Oi EP, td bem?
    Encontrei seu blog por acaso há alguns meses e tenho acompanhado desde então.
    Tb sou uma Executiva Pobre no Brasil q está de mudança para os EUA em (bem) breve (poderia ser maia rapido, mas estamos lidando com impactos da COVID).
    Eu tenho tantas duvidas e perguntas nesse momento e queria muito a experiencia de alguem q já passou por isso. Teria como te contactar?

    Obrigada, Luiza

    ResponderExcluir
  5. Olá EP!
    Primeiramente, parabéns pelo blog! Estou lendo seus posts ainda, mas gostei muito do que li até agora. Encontrei você pelo Stifler Pobre, em algum ponto inicial que não me recordo.

    Conheci agora o mundo da finansfera, inclusive. Hoje mesmo!

    Como acabei de começar a imersão nessa esfera, tenho muitas dúvidas, assim como a (nem tão) anon acima. Poderia pedir algumas dicas também?

    Primeiramente, gostaria de saber se haveria, sob a sua ótica, uma boa estratégia de estudos/leitura/práticas para poder ganhar mais conhecimento dentro de finanças mesmo - e, caso haja, gostaria de saber qual é, ou quais são. Talvez uma lista de blogs? Não sei, algo como recomendações suas que você julga serem "no-brainer".

    Além disso, para uma melhor análise sua: tenho entre 20 e 25 anos, venho de família classe média-baixa, moro com meus pais por opção e tenho uma renda mensal média de 6,5 salários (EUA) mínimos.
    Na sua opinião, começar a registrar a minha jornada nas finanças seria algo interessante? Algumas vezes penso que sim, outras penso que não - talvez por achar muito distante da realidade de muitos... Penso que não atrairia leitores... Mas ao mesmo tempo penso também que poderia servir de inspiração para outros. Não sei como começar a investir. Nem a escrever.

    Obrigado!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Faltou incluir um importante detalhe. Trabalho de forma remota, isto é, posso residir em qualquer lugar do planeta, desde que haja conexão com a Internet e um bom computador.
      Atualmente, como comentei, moro com meus pais - em São Paulo.

      Excluir
  6. Olá EP!

    Senti a falta daquele rotineiro post mensal em agosto, espero que tudo esteja bem contigo e sua família.
    Abraços!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ola anon - como vai ? Por aqui esta tudo bem - e que eu consegui tirar duas semanas de ferias e estou bastante off-line nesse periodo.

      Prometo postar o fechamento patrimonial (estou devendo o de Julho e o de Agosto) e contar um pouco sobre essa viagem de ferias que estamos fazendo.

      Um grande abraco,

      Excluir
  7. TESTEMUNHO SOBRE COMO RECEBI MEU EMPRÉSTIMO DE UMA EMPRESA DE FINANÇAS NA SEMANA DA ÚLTIMA SEMANA E-mail para resposta imediata: drbenjaminfinance@gmail.com

    {Dr.Benjamin Scarlet Owen} também pode ajudá-lo com uma oferta de empréstimo legítima. Ele também ajudou alguns outros colegas meus. Se você precisa de um empréstimo genuíno sem custo / estresse, ele é o credor certo para eliminar seus problemas financeiros e crises hoje. BENJAMIN LOAN FINANCE contém todas as informações sobre como obter dinheiro de forma rápida e sem dor via WhatsApp +19292227023 Email drbenjaminfinance@gmail.com

    ResponderExcluir
  8. Não conhecia seu blog até começar a planejar uma mudança para os EUA para daqui 4 anos. O caminho é inverso ao que quer. Quero sair de Portugal e ir para os EUA. Já moro há 5 anos por aqui e apesar da qualidade de vida que mencionou e posso citar, comida, clima, etc o racismo em Portugal é duplo. Por ser estrangeiro e por ser brasileiro devido ao forte contato que tem da cultura brasileira. Os salários para profissionais qualificados é bem abaixo da média paga na Irlanda, Inglaterra, Bélgica, etc. Eu acredito que Portugal é uma cidade para aposentar. Viver bem. Mas para investir não vale a pena. São 28% retidos no imposto de investimentos feitos no exterior (ações, etc) além do IRS (imposto de renda) que fatalmente passa dos 33% ao ano a depender do seu faturamento anual. Mesmo casado e com filhos. As escolas públicas são de qualidade média a boa. Mas não há excelência. E as particulares são muito caras mas muita qualidade. Pra além de custos com carro, combustíveis que são bem mais caros que nos EUA se comparar a renda. Mas lá está, eu só tenho a opinião de Portugal e não tenho a dos EUA. E se tem algum background sobre Portugal (já que possui cidadania acredito que conheça) e fazer um paralelo. Do tipo, ok disse que em 4 anos pensa em vir para Portugal. Mas por que? Se puder dizer os motivos, que tipo de estudo fez para considerar que isso fosse alguma vantagem. Abraços e parabéns pelo blog

    ResponderExcluir